Dualidade

A Dualidade

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O que é a dualidade?

A dualidade é a existência em tudo o que é matéria e energia. A existência de dois opostos ou contrastes.

O Yin – Yang. O bem e o “mal”. O preto e o branco. No próprio confronto entre a Matéria – Energia, encontra-mos a dualidade, não é fantástico?

No Ser Humano encontramos esta dualidade presente na sua natureza, nos seus sentimentos, nas suas emoções…Por exemplo: a Paixão! Nesta emoção existe uma eternizada dualidade, pois dentro desta emoção sentimos o bom e o “mau” – o amor apaixonado e o sofrimento infligido pela ansiedade, insegurança, pelo sentimento de posse, pelo controlo e pensamentos excessivos acerca do outro, fazendo que que esqueçamos de pormenores importantes da nossa vida, do nosso quotidiano. A boa notícia é que tudo isto é trabalhado.

A experiência e o tempo são dois importantes aliados, sendo fundamental que a consciência presente seja o factor principal na nossa comunicação interna, com vista á evolução de nós mesmos.

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O planeta é dualista, logo tudo nele existente tem as duas faces, o que significa que qualquer escolha, atitude ou sentimento que permitimos em nós, resultará sempre em consequências que procurámos que sejam benéficas, mas que por vezes podem revelar-se menos favoráveis.

Então lanço a seguinte questão: O sofrimento faz parte do nosso caminho? Num plano de dualidade é inevitável termos o sofrimento como oposto da felicidade. Isso deve estar presente na nossa consciência, pois a dualidade é inevitável.

Mas, precisámos de sofrer sempre que façamos uma escolha ou obtenhamos um resultado diferente do expectante? Para mim, a resposta é bastante clara. Não precisámos de sofrer! Mas, se existe a dualidade em qualquer escolha, o sofrimento não estará lá? Sim está, em uma das nossas escolhas. Em cada escolha que fizermos, em cada caminho que decidirmos seguir, pode estar sempre lá presente o reverso da moeda. No entanto, tendo esta consciência, cabe-nos estar preparados para o que vier. E a parte “negativa” deve e pode ser encarada como uma aprendizagem e uma consequente aceitação do acontecimento desfavorável. O que quero transmitir é que temos o poder dentro de nós para decidirmos o que queremos.

Podemos reflectir sobre o sofrimento, em duas questões, cada uma delas em sentidos completamente opostos.

Uma delas é: Como posso aproveitar o sofrimento para reverter o processo?

Ou então: Se o sofrimento não me beneficia em nada, qual o recurso que necessito para libertar?

Cabe a cada Ser Humano permitir-se a escolher o que quer! Aplica-se aqui o livre arbítrio, que nasce precisamente da dualidade! No seguimento deste raciocínio, permitam-me deixar um comentário, uma curiosidade – Como o Universo é perfeito na criação de todas as possibilidades!

A dualidade é importante. Se não houvesse dualidade não haveria livre arbítrio. Não teríamos que decidir nada, pois nada existiria, tudo era nada, tudo era igual…Não poderíamos decidir, pois nada haveria para decidir.

É através do dual que percebemos e valorizamos algo, ou a existência de algo.

O dual serve para comparar e consciencializar.

O bem e o mal é uma óbvia criação do Ser Humano.

O dual serve para gerar aprendizado e criatividade para nos transformarmos.

A dualidade coloca-nos o poder das possibilidades. O livre arbítrio coloca-nos o prazer da responsabilidade. Ou seja, podemos decidir fazer escolhas responsáveis e em liberdade, escolhendo a possibilidade que consideramos mais favorável no momento e no contexto colocado, com alegria e determinação!

O segredo é descobrir como funcionamos e direccionar o foco no que pretendemos sentir.