Testemunhos

Nesta secção poderá ler os testemunhos de pessoas que se cruzaram na minha vida e do qual tenho muita estima em fazer parte dos seus corações. Quem sabe, um dia partilhará aqui o seu testemunho.

 

 

 

 

 

 

 

8 comentários em “Testemunhos”

  1. O meu nome Jorge, sou de Coimbra e sou um apaixonado pela vida (obrigado Pedro 🙂 ).
    Sério, é bom demais, aconselho todos a se apaixonarem, feel the power…O Pedro aparece na minha vida num momento de total desestruturação profissional mas, principalmente, psicológica e emocional. A última pessoa que realmente era importante – pensava eu – era eu mesmo. Vivia, dormia e acordava com os outros e para as necessidades dos outros. Era um espectador. A “dor no peito” era diária, continuada e cada dia mais insuportável, a explicação desconhecida (um desconhecimento que durava há anos e cujos tranquilizadores eram o tabaco e os ansiolíticos). Foco? Objectivos? Valores? Nem cogitava que estava divorciado de todos eles. Estilhaçado, eu tentava, eu continuava, eu insistia. Fazer? Qual quê, amanhã também era dia…Eu “ia tentar” – era o meu rosário diário. A dor, essa, continuava…Relacionamentos, trabalho, os finais eram continuados e dolorosos. Eu estava aprisionado num fracasso cíclico, um fracasso que eu admiti e assumi na minha vida, todos os dias. Neste contexto, surge o Pedro. O comprometimento foi imediato, eu não ia mais tentar, fazer era a realidade diária.
    O nosso feedback foi bastante proactivo, eu sentia-me reforçado, compreendido, aceite. Pressões ou pré-julgamentos são inexistentes com o Pedro. O Pedro compreende, o Pedro aceita e, mais importante, o Pedro consciencializa. Verifiquei que a desarmonização “dói”, as sessões permitiram-me consciencializar, reforçar aprendizagens, reutilizar as mesmas e, principalmente assumir o compromisso mais importante da minha vida, O MEU COMPROMISSO, onde sou o único actor e o responsável de todas as concretizações, pelas quais me apaixono e com as quais me responsabilizo. O Pedro trouxe-me para o meu momento, o PRESENTE, o AQUI, o HOJE e o AGORA e as propostas em cada sessão tornavam o FAZÍVEL uma realidade diária. Lembro, com bastante emoção, a estrela de valores, onde o olhar do Pedro sempre me sorria e dizia: “Sê verdadeiro contigo, Jorge.”…Entendi a “dor” nesse momento. Entendi-a de tal maneira e com tamanha abertura, que a harmonização começou a fluir a cada dia, em cada olhar, em cada sorriso, em cada PRESENTE que o PRESENTE me OFERECE. Descubro que me reapaixonara. “Eu amo-me e é tão bom!”, dizia. Hoje todos os dias o afirmo como um indivíduo consciente do seu poder. “Eu sou poderoso!” É a oração que me acompanha durante o meu dia.
    Hoje praticamente não “dói” e se a dor surge, a consciencialização adquirida ao trabalhar com o Pedro mostra as suas benesses balsâmicas.
    O que me surpreende diariamente no Pedro é aquela humanidade tão peculiar e ao mesmo tempo tão grandiosa, que só o Universo consegue abraçar.. Fazer amor connosco mesmos é incrível mesmo. Obrigado Pedro. 😉

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  2. Olá chamo-me Helena Gonçalves vivo em Alhos Vedros no distrito de Setúbal, conheci o Pedro através de outra amiga e sou profundamente grata. O Pedro entrou na minha caminhada, no meu percurso de vida num tempo menos bom com dificuldades em várias áreas e com a sua humildade e conhecimento trouxe luz, visão, aprendizado, fazendo-me ver as dificuldades de outra forma mais fáceis de encarar e ajudou-me a encontrar novos focos. Para mim ter o Pedro ao meu lado é maravilhoso. Aconselho a todas as pessoas que se encontram em igual situação a falar com o Pedro, só o conversar acreditem já é uma fantástica ajuda.
    Agora Pedro para ti a minha profunda gratidão. Muita Luz e Amor que é isso que és Luz, Amor e Serenidade e que assim seja sempre. 😊

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  3. Olá, sou de Viseu e conheci o Pedro num momento Chave. A sede do saber e o caminho para o auto-conhecimento era uma meta, mas como alcançá-la era um desnorteio total. O bloqueio emocional e desgaste profissional instalava-se, foi através da pesquisa no face sobre a sua TOUR que realizaria no distrito e resolvi candidatar-me. A empatia entre ambos sentiu-se, o que me permitiu confiar. A sua simplicidade e abordagem ás questões que levantamos é única. Põem-nos a meditar , a sorrir e com vontade de ir há luta. Sou grata por conhecer o Pedro, pela sua serenidade e genuinidade em sua essência. Contactem-no ….é um profissional com muita luz. O meu bem-haja.

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  4. Olá chamo-me Célia, conheci o Pedro alguns meses atrás e desde o primeiro momento em que percebi que ele era especial… A sua energia tinha algo de diferente, e sim, tem mesmo. Existem missões que são extremamente sublimes nesta vida e a do Pedro é sem dúvida gratificante, soberba e muito importante nos tempos de hoje, e digo que é especial porque em pouco tempo chegou onde poucos conseguem chegar, e como costumo dizer é destas pessoas que a Mundo precisa. Sinto-me uma privilegiada pelos nossos caminhos se terem cruzado, pois prezo pela humildade, humanidade e persistência, características muito presentes que fazem do Pedro um Profissional digno da minha mais profunda admiração, pela forma incansável com a qual se dedica ao seu objetivo e profissão com determinação.
    Não poderia deixar de lhe prestar a minha homenagem e de dizer-lhe tudo isto, pois além de me sentir grata por o ter conhecido, tenho a certeza que fará a diferença na vida de muita gente.

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  5. Enorme trabalho do foro interior que tens vindo a desenvolver junto das pessoas que te procuram. Nunca abandones as boas energias que tens em ti e que consegues passar às pessoas que estão à tua volta. Um abraço.

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  6. Olá sou de Setúbal, conheci o Pedro através de uma amiga comum e num comentário que me fez pensar. Pensar na minha vida. Conversar com o Pedro é enriquecedor, ilumina caminhos outrora ignorados, ensina a olhar as coisas e os acontecimentos de modo diferente, com uma luz nova. Reaprendi a amar-me acima de tudo. Aprendi a lutar não contra mim mas em meu favor. Nem sempre consigo ter a força para colocar em prática mas é um esforço diário e passei a substituir “hei de conseguir” por “estou a fazer tudo para conseguir”. E sempre que surgem pensamentos mais negativos (porque surgem sempre) consigo pensar e enfrentar com mais serenidade. Mais paz. E passei a pensar no agora, sem me deixar abater pelo passado nem assustar-me pelo futuro. Obrigada pela boa energia que transmites, pela forma simples como colocas as questões, pela serenidade que transmites, pela disponibilidade e pelo profissionalismo. Agradeço de todo coração Pedro.

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  7. Olá chamo-me Renato, conheci o Pedro através de um amigo meu, num dos melhores momentos possíveis, são precisos poucos minutos para perceber a maravilhosa pessoa que o Pedro é, uma pessoa simples super amável, leal, inteligente, com uma energia surpreendente e que consegue num piscar de olhos fazer com que uma pessoa por muito triste que esteja soltar um sorriso.
    Sou eternamente grato por ter conhecido o Pedro não só pela pessoa magnifica que é mas também por ser o excelente e exemplar profissional que ele é.
    desejava mesmo do fundo coração que todas as pessoas pudessem ter a oportunidade de conhecer o Pedro e de participar em uma das suas sessões pois sem duvida que nunca se iriam esquecer da experiência impactante e positiva que seria.
    em suma não poderia deixar de lhe agradecer por tudo o que fez por mim e por muitas outras pessoas, sou lhe eternamente grato, aconselho-o de verdade e com todo o coração a todos, pois para além de ter a certeza que irá fazer um diferença mais que positiva na vida de qualquer pessoa ela também ganhará um verdadeiro amigo para toda a vida.

    obrigado Pedro!

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  8. PNL e COACHING – como mudaram a tua vida Adriana?
    Gostarias de escrever o teu testemunho?
    Era o que dizia a mensagem do Coach Pedro Gomes que eu recebi.
    Através do PNL tomei conhecimento mais lúcido de tudo o que tinha ao meu alcance para lutar pela minha felicidade, e que insistia em não ver.
    Através do Coaching tive a coragem de assumir o controle das mesmas, sempre tendo como alvo a minha felicidade.
    Resumidamente era isto.
    Mas, e o resto de tudo que está em mudança na minha vida?
    Claro, o Coach Pedro Gomes pregou-me uma rasteira, não falou do Ser Humano Pedro Gomes…
    E o papel principal é dele!!!
    Passei o filme da minha vida e chorei por amor a mim própria, pela primeira vez, percebi que mereço o meu amor, o meu perdão e que afinal fiz sempre o melhor que sabia.
    Vejo aquela menina com 4 anos longe dos seus pais, numa terra e casa desconhecidas, a ouvir constantemente : coitadinha, não tem cá os pais, mas pode estar muito agradecida por ter sido recebida por si; então, íamos fazer o quê? mas eu gosto muito dela, quase tanto como dos meus filhos… de repente essa menina tem 14 anos, mudou muitas vezes de casa, mas continuava a ouvir ‘coitadinha… coitadinha…’ Por dentro toda ela era uma ferida, mas jurara que, por muito coitadinha que fosse não ia chorar. E decidira ser a melhor em tudo o que fizesse, e fazer o maior número possível de coisas. E conseguiu. Todos queriam a Adriana no seu grupo, na sua mesa, etc… A boa disposição dela era contagiante e interminável.
    Tinham passado dez anos, e os pais?
    Os pais vieram a Portugal umas quatro vezes, por questões de trabalho sempre na altura que a Adriana estava em aulas.
    Como não tinham casa em Lisboa (como todos os emigrantes, das décadas de 60 até 90 + ou – suportavam aquele degredo para darem uma vida melhor à filha, e terem uma velhice digna) andavam a construir a sua casa ‘na terra’. Vinham ver-me quando chegavam e despedir-se quando iam embora.
    Aos quinze anos comecei a sentir-me doente, claro que os meus pais mandaram levar-me aos melhores médicos (dinheiro não era problema), o problema era que eu piorava dia a dia, os médicos não faziam ideia do que se passava comigo, os meus pais continuavam sem vir ver o que se passava com a sua filha, e eu tinha desistido. Até que um amigo de infância, uns cinco anos mais velho, resolveu ter uma conversa comigo, e disse-me que não me ia deixar ir por aquele caminho, se eu não falasse falava ele. E falou, falou com um médico que percebeu que eu estava a morrer de tristeza. Aconselhou a que eu parasse de estudar por uns tempos, como o ano lectivo estava a terminar acabei o nono ano e lá rumei eu, e os meus tareco, para a Alemanha. Trabalhei durante os nove meses que lá passei, mas descobri que aquela era a casa dos meus pais, e os meus pais uns desconhecidos.
    Quando regressei a Portugal, não tinha sequer onde ficar. Todos achavam que eu iria ficar com os meus pais, os meus pais não sabiam o que fazer com aquela miúda que já não era o bebé de quatro anos.
    Reencontrei um professor, dezanove anos mais velho, que entretanto se tinha divorciado e tinha a filha, cinco anos mais nova que eu, a viver com ele.
    Naquele momento eu só queria ser mãe, zerar a minha vida, e começar de novo com a minha família. Mas não deu, passei por oito abortos espontâneos seguidos. Estávamos nos finais dos anos 70,principio dos anos 80,do século passado.
    Em Março de 1984 voltei a engravidar. Repouso absoluto durante a gravidez, injecções diárias. Em Junho sou submetida a uma cerclage de urgência, pois tinha começado a fazer dilatação. Mas finalmente chegou Novembro e no dia 30 eu fui mãe dum rapagão com 4,100kg e 52,5 cm. Estava tão feliz com o meu menino… todos diziam que eu estava Iluminada, o meu amigo Zé Carlos dizia que os meus olhos encandeavam, tal era o brilho.
    No dia 17 de Janeiro de 1985,o meu filho, o meu menino, o meu sonho, a minha vida, estava morto no berço quando eu ia dar-lhe a mamada. Só me lembro daquela mulher, que voltará a ter 4 anos, sózinha ao lado do caixão do seu filho. Não disse uma palavra, não derramei uma lágrima, estava seca e vazia. Lembro-me do meu marido vir ter comigo para me dizer que o avião dos meus pais tinha atrasado e que tinham atrasado o funeral, para eles poderem conhecer o seu único neto, já que eu sou filha única. Pedi ao meu marido que fizesse o que quisesse. (ainda hoje oiço o som do caixão a fechar e sinto o cheiro daquelas rosas brancas…
    Acho que os dois anos que estive ainda casada os passei sentada na potrona onde me sentava para amamentar o meu filho.
    Os meus pais?
    Ficaram muito gratos por termos atrasado o funeral, levaram-nos com eles para a Alemanha, ofereceram-nos uma viagem durante 2meses, mas, tanto eles quando eu parti de lá, como quem reencontrei por cá, quando voltei, 3 meses depois, perceberam que a Adriana se tinha perdido algures.
    Ficava sentada. A empregada servia as refeições e vinha levantá-las, o meu marido falava comigo, a família e amigos ;mas eu só via a boca mexer, não entendia nada de nada.
    Um dia saí, fui ás compras, ao cabeleireiro, quando o meu marido chegou estava tudo como antigamente, durante o jantar informei-o que no dia seguinte ia trabalhar e que me queria divorciar.
    Ele é um homem bom, e eu conversei com ele para lhe pedir desculpa por aqueles 2 anos, e desejar-lhe que fosse feliz com a pessoa com quem andava.
    Em 3 meses saí de casa, divorciei-me, coloquei o indispensável na minha nova casa, e no dia em que fiz 25 anos estava pronta para me destruir.
    Tinha 3 empregos, ia para a borga quase todas as noites, namorei, li, vi filmes, não sobrava um minuto do dia, mas por dentro continuava em ferida. Cheguei aos 165kg, tinha feito 30 anos e, estava com um cancro do colo do útero. Aos 31 anos estava no hospital e quando começava a recuperar a saúde e o juízo, a minha mãe suicida-se na Alemanha. Foi sepultada no dia em que fazia 55 anos. Quatro meses depois fiz 32 anos, e assumi que estava exausta. Os 12 anos seguintes vegetei, mas consegui enganar todos, que estava bem, eu é que andava muito triste, e assim consegui isolar-se, trabalho/casa – casa/trabalho.
    Aos 44 anos, e apoiada pela psiquiatra e pelo médico de família candidatei-me ao programa de obesidade do HSM, aos 45 fiz a primeira cirurgia programada, com êxito total. Aos 46 fiz a segunda cirurgia programada, alguns percalços, (2 cirurgias de urgência em 24 horas) mas assim que recuperei, 4 meses depois, pesava 55kg e tinha fundado no Hsm a associação Afago, que apoiava e encaminhava obesos e familiares.
    Nesse ano, foi publicado um artigo na revista visão, sobre os hospitais portugueses e em que áreas eram melhores. Na área de endocronologia estava o HSM com o seu novo projecto de tratamento de obesidade, e como maiores sucessos eu e um outro doente, tínhamos emagrecido 110kg, e tínhamos fundado a associação, e estávamos mesmo a ajudar, pois os doentes sabiam onde nos encontrar e que nós fazíamos mesmo. Foi um tempo de loucura, reuniões, eventos para chamar a atenção para o flagelo da obesidade, entrevistas em jornais, revistas, televisões, emfin.
    Mas eu, de mim, falava muito mas não dizia nada, e enganava tão bem.
    Não sei se alguém conseguiu chegar ao fim deste testemunho, mas se conseguiu vai ficar a saber que um dia saí normalmente do hospital e quando cheguei a casa disse simplesmente Chega!!!
    Foram 3 meses de completo vazio mental, não apareci mais em nenhuma consulta, não cuidava da casa, nem de mim, emfin…
    Por isso suplico não façam isto a si próprios, mesmo com Pedro Gomes, pode correr mal.
    E agora por Pedro Gomes, espero que ele me perdoe, pelo que vou contar, e por nunca lhe ter dito, ele sabe da minha profunda gratidão e do meu total amor, mas não sabe a verdadeira razão (ou talvez saiba, tal é a sua sensibilidade e conexão com quem contacta com ele.
    O Pedro Gomes ensinou-me, entre mil coisas, duas essenciais
    – Eu merecia o meu amor e o meu perdão. Mas disse-o de tal forma, com aquele olhar e aquele sorriso que não condenam nem têm pena, amam-nos mesmos. E conseguiu que eu tentasse.
    – A outra a não entrar em pânico nem aumentar os problemas, começar por criar uma estratégia e uma rede de apoio, não ter vergonha de pedir ajuda e não me deixar ir abaixo com a descoberta dos falsos amigos, que começasse cada dia com a certeza que sou capaz, e a nunca me esquecer de analisar se não tem resolução e respeitar-me sem me torturar, e se tem começar por desmontar os problemas, e resolver um pedacinho de cada vez, não me posso exigir mais que o meu máximo, e não me devo esquecer de diáriamente me agradecer a mim própria.
    Não posso dizer tudo o que sinto pelo Pedro, há sentimentos que só se conseguem sentir.
    Mas como prometi, é peço que me perdões Pedro, por nunca te ter dito nada, e por dizê-lo hoje e aqui ; eu conheci o Pedro em Agosto de 2017, e tinha tudo preparado para, tal como a minha mãe, me suicidar quando, em Setembro, fizesse 55 anos, tal como a minha mãe. E já passou quase um ano, e eu ainda estou viva, e com prazer em viver, apesar de todos os pesares, E isso AMIGO deve-se aquele abraço que tu insististe em me dar e eu não queria, pois há tanto tempo que ninguém me abraçava que eu tinha medo.
    Perdoa-me e obrigada.

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